sábado, 9 de fevereiro de 2013

gostaria q nessa postagem vcs comentare as musias q vcs querem ver no top 5

lançamentos 2013

LANÇAMENTO DO MC DIMENOR DR

 

 

 

 

LANÇAMENTO DO MC MAGRINHO E MC BEYONCE

MC IGOR E MC NATHAN MUSICA NOVA

MC IGOR E MC NATHAN MUSICA NOVA


HJ TEM BAILE 1

PEGA A R1 QUE HJ TEM BAILE
... ELA VAI DE PULO DO GATO EU DE ED HARDY

HJ TEM BAILE E NOIS VAI TRAJADO
BLUSA E DA ED NO PE UM NIKE BOLADO

O PERFUME E 212
E SEI QUE NA MINHA GARAGEM TEM UMA R1

ENTAOOO

PEGA A R1 QUE HJ TEM BAILE
ELA VAI DE PULO DO GATO EU DE ED HARDY

SEI QUE ELE QUE FORGA
MARESIA DE FRENTE PRO MAR
QUE GUARUJA OU COPACABANA

A LUPA TA NA CARA PEGA A CHAVE DO COROLA
PARTIU PRO BAILE ESSA E A HORA

DE PRESENTE DE NAMORO PRA ELA EU DEI UM MEGANE
UMA SANDALHIA UM VESTIDO E UMA CALÇA DA ARMANY

O BAILE TA LOTADO
O CAMAROTE FECHADO

ENTAOOO

PEGA A R1 QUE HJ TEM BAILE
ELA VAI DE PULO DO GATO EU VOU DE ED HARDY
 

Biografia - mc Nego Blue

Biografia - mc Nego Blue

Mc Nego Blue, rapaz sangue bom, 24 anos e com talento de sobra.
Residente desde criança em Inácio Monteiro - Cidade Tiradentes -, começou a carreira musical a muito tempo cantando samba, soul e black music. Entrou pro funk há três anos, por acaso. "-Ah, meu irmão tinha uns camaradas de um grupo chamado -Mensageiros da Favela-. Eles estavam procurando alguém para fazer backing vocals nas músicas deles. Meu irmão me indicou e eu fui fazer um teste lá, com eles. A galera acabou gostando muito da minha voz...desde então estou no funk." Conta.
Seu irmão, Mc James Blue também canta e faz participações em alguns shows.
Mc Nego Blue está em fase de composição para gravar seu CD que terá 10 faixas, e está compondo inclusive algumas letras de funk evangélico.
Bem, enquanto este CD não chega, podemos curtir um pouco de Mc Nego Blue no Youtube. Mais abaixo, separamos 2 videos bem bacanas desse talento que ainda vai dar o que falar! E, bem...é claro!!!


MC Buru

MC Buru


Buru (Foto: G1)

A inspiração é clara. "Olha como é que nós tá" (veja clipe), do MC Buru, de Belo Horizonte, tem refrão idêntico a "Tá patrão", de Guimê, e cita o nome do paulista. O clipe também é semelhante, com direito à dança na boquinha da garrafa de uísque 18 anos. Guimê aprova a apropriação. "Teve gente que criticou. Mas eu não vi maldade. A intenção foi comentar a música, dizer que curtiu. Acho legal ver MCs de fora, do Rio, de BH, de qualquer lugar, falando desse tema." Guimê, que já fez show para 12 mil pessoas em São Paulo, conseguiu público recente de 6 mil em Florianópolis. "O funk de São Paulo está com força espetacular, nem a gente esperava. A procura dos contratantes pelos MCs paulistas é enorme", comemora Guimê

MC Pocahontas

MC Pocahontas


Pocahontas (Foto: G1)

Viviane Queiroz tem 17 anos e cursa o 1º ano do Ensino Médio em Duque de Caxias (RJ). A MC Pocahontas, legítima "novinha" na cena do Rio, canta letras sensuais. Mas teve maior sucesso com atitude improvável no funk carioca: seguir uma tendência de São Paulo. Ela chamou o paulista Kondzilla para gravar o clipe de "Mulher do poder" (veja clipe) - "é pelo YouTube que os contratantes nos conhecem", ela justifica. "Aqui no Rio, o funk é mais da 'ousadia'. Mais duplo sentido, pouca letra e mais dança. Mas o que está batendo agora é ostentação. Por isso fiz 'Mulher do poder'. É a realidade. Que mulher não gosta de andar arrumada, gastar muito?", pergunta. Kondzilla ajuda a explicar o novo protagonismo paulista: "Apesar de o Rio ser o berço do funk no Brasil, o dinheiro está em São Paulo".

MC Guimê

MC Guimê


Guime (Foto: G1)

Aos 19 anos, MC Guimê é o maior sucesso atual do gênero. Ele começou a cantar em 2009, com Rodolfinho, outro funkeiro paulista em ascensão. "A ostentação não foi criada por nós, já existia com artistas do Rio e outros lugares. Mas nós adotamos e deu certo." O cantor de Osasco (SP) conseguiu 11 milhões de acessos no YouTube com "Tá patrão". Já soma quatro milhões com "Plaque de 100" (veja clipe). Guimê quer gravar um disco com novos parceiros como Emicida, e cantar outros temas além de posses materiais. "Só não trabalho com funk proibido, porque quero entrar em qualquer lugar." Sobre os carros e produtos dos vídeos, diz que reúne entre os seus e os de parceiros.

MC Backdi e BioG3

MC Backdi e BioG3


Backdi (Foto: G1)

O diretor de "É classe A" (veja clipe), de MC Backdi e BioG3, é Konrad Dantas, o Kondzilla, nascido no Guarujá (SP). Ele diz que não precisa alugar objetos de valor para filmar. "Quem não é desse mundo acha que funkeiros são um bando de favelados. O pessoal não sabe como o funk gera dinheiro. Tem músico girando mais de R$ 150 mil por mês", diz Konrad. Ele planeja um documentário sobre o funk de ostentação. "Quando as letras de São Paulo falavam mais de crimes, o baile não enchia, havia confusão. Hoje, com a ostentação como tema principal, atingiu a mulherada. As pessoas querem ver o que gostariam de ter", explica

MC Danado

MC Danado



Danado (Foto: G1)

"Quando faço uma letra, me inspiro no que vejo e vivo. Todo mundo gosta de ter um carro bacana. Eu tenho dois. Em uma balada, hoje, é importante o traje que você usa, estar com um relógio legal", diz o paulista MC Danado, que é produtor de eventos. Ele tem outros investimentos, como cita na letra de "Top do momento" (veja clipe). O clipe tem quase 8 milhões de visualizações. O sucesso no YouTube é fundamental para estourar: estes artistas raramente gravam discos. Quando o fazem, mais distribuem do que vendem. O negócio é (literalmente) lançar CDs ao público. "Jogo 50 ou 60 discos por show", diz Danado.

'Funk paulista' ja é moda no YouTube com carros, motos e notas de 100

'Funk paulista' ja é moda no YouTube com carros, motos e notas de 100'

Funk (Foto: G1)A batida não é diferente do funk carioca que esquenta bailes há 40 anos. Mas o sotaque, as letras e imagens são paulistas. Em vez de ousadias sexuais, os temas são artigos de preços altos: carros, motos, óculos, roupas, bebidas, etc.
Na parada dos cem vídeos musicais mais vistos no YouTube no Brasil, atualizada a cada dia, estão presentes nas últimas semanas pelo menos dez produções de funk de São Paulo, cujos versos parecem leituras de catálogos de lojas de luxo. Nos clipes, tem até dança na boquinha da garrafa de uísque 18 anos. É o retrato da ascensão do funk paulista.
"A parada do YouTube está dividida entre pop, sertanejo e funk. Sertanejo está há um tempo, agora o funk vem com tudo. De São Paulo", ressalta Finson Gallar. Ele administra redes sociais de uma agência paulista de funk. Antes, trabalhava com rock - NX Zero, Fresno e Restart foram clientes. "A garotada quer algo novo. MC Guimê tem 1,7 milhão de views por semana. MC Danado tem 500 mil", conta o diretor artístico.
O FUNK PARA O MUNDO selecionou faixas de funkeiros de São Paulo e de artistas de outros estados - que já incorporam a influência paulista das letras de ostentação -, e calculou quanto dinheiro seria necessário para comprar os produtos citados nas letras. As cinco músicas, lançadas em 2012, figuram no ranking de vídeos musicais mais vistos no YouTube no Brasil, graças a versos como "Vida é ter um hyundai e uma hornet / 10 mil pra gastar com rolex e juliet / Melhores kits, vários investimentos / Ai como é bom , ser o top do momento".

DA ORIGEM DO FUNK ATE O$TEMTAÇÃO

A ORIGEM DO FUNK

Funk é um gênero musical que se originou na segunda metade da década de 60 quando músicos afro-americanos, misturando soul, jazz e R&B, criaram uma nova forma de música rítmica e dançante. O Funk tira o ênfase da melodia e da harmonia e traz um groove rítmico forte de baixo elétrico e bateria no fundo. Músicas de Funk são comumente baseadas em um acorde apenas, distinguindo-se das músicas de R&B, que são centradas nas progressões de acordes.

FUNK O$TEMTAÇÃO


A trilha sonora das periferias do estado de São Paulo mudou nas últimas décadas. Antes dominadas pelo hip-hop de forte temática social, do engajamento "rap é compromisso", agora o som que faz a cabeça de quem frequenta os lotados bailes é a batida do funk.
Mas é um funk diferente. Influenciado pelo estilo gerado no Rio e famoso internacionalmente, o pancadão paulista tem a sua personalidade, e reflete o clima otimista do Brasil da última década. Os temas como preocupação social (ou o "proibidão", crônica da vida no crime) dão lugar às marcas de roupa, carros, bebidas, joias e mulheres. Tudo de forma direta, na letra e na música.
Quem conseguiu colocar esse clima de forma clara em vídeo foi o diretor e produtor Konrad Dantas, criador e homem por trás da Kondzilla. Para se ter uma ideia, somente neste ano a produtora colocou no ar mais de 70 clipes, sendo que muitos deles ultrapassaram a marca dos 20 milhões de visualizações no YouTube.
Com o sucesso dos videoclipes, o diretor Renato Barreiros, o produtor Bruno Bertolazzi e Kond se juntaram em agosto deste ano para filmar o documentário ‘Funk Ostentação’, lançado na semana passada no YouTube (assista ao filme na íntegra acima). “O movimento ainda está acontecendo, não chegou ao ápice. Pensamos: vamos documentar antes que exploda de vez”, disse Renato em entrevista à MTV.
Pioneiro na estética da ostentação, Kondzilla – Konrad, Kond e o nome da produtora são uma pessoa só, embora muita gente pense que não – explica um pouco a ideia: “Se a música diz que o óculos está em cima da mesa, precisamos filmar um óculos em cima da mesa”. É o que ele batizou de “pleonasmo visual”.
“A galera assiste ao clipe no YouTube e não acredita nos carros todos. Eles pensam que é tudo alugado, mas não, é do MC, que conseguiu fazendo shows de funk”, diz Bruno Bertolazzi - um MC “estourado”, por exemplo, chega a fazer cinco apresentações por noite